Meu coração precisava de paz
As palavras não me cabiam mais
Tudo o que me tirasse da essência precisava ir embora
Perdoe-me, princesa
Perdoe-me se o príncipe tornou-se sapo
Perdoe-me se de alteza fui a bobo
Me fiz bobo de amor
Entreguei minha’lma sem antes questionar-lhes se era da tua vontade
Em teu aconchego apenas buscava a paz que me fazias
Egoísmo, talvez,
Mas há admiração!
A sua origem? Não sei.
Talvez da tua nobreza escondida, princesa
Nobreza que talvez ainda guarde para o seu príncipe, sapo, ou bobo…